FOLHA DO CENTRO - 23 ANOS DE EXISTÊNCIA Edição N° 203 - Agosto de 2013.
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A Igreja Imperial

No alto de uma colina no Bairro da Glória, encontra –se a pitoresca Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro, que encanta a todos, com o seu estilo arquitetônico em forma de “8”.
O local no século XVI contava com o Forte Uruçumirim, que em 1567 serviu de palco para o combate entre portugueses e
franceses. O resultado, foi a vitória dos lusitanos e uma flechada no rosto de Estácio de Sá, que veio a falecer pouco
tempo depois. Por conta desse triunfo, um ermitão português chamado Antônio Caminha, criou em 1671 uma pequena capela com a imagem de Nossa Senhora da Glória.
Em 1699, as terras foram doadas à irmandade por Cláudio Gurgel do Amaral, com a condição de que a capelinha não fosse destruída e ali fosse a sua sepultura, juntamente com a dos seus descendentes. Em 1739, surgiu a construção atual como uma verdadeira jóia do Barroco, de autoria do engenheiro militar José Cardoso Ramalho.
Ao chegar no Brasil, a família real passou a frequentar a Igreja, batizando membros da Monarquia: Princesa Maria da
Glória, D. Pedro II e a Imperatriz Leopoldina. Em 1839, D. Pedro II denominou o título de Imperial, à irmandade, passando então a se chamar Imperial Irmandade da Nossa Senhora da Glória do Outeiro. As festas no dia 15 de Agosto e o status de Imperial, continuaram mesmo após a República.
Essa Igreja tão admirada por quem transita do Centro à Zona Sul, pode ser acessada por um Plano Inclinado que parte da Rua do Russel ou pelas Ladeiras da Glória e Nossa Senhora. O local conta com um museu, uma bela vista para a Baía de Guanabara, além de toda sua história ligada a cidade.

 

 
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